Conceitos iniciais
Ímãs apresentam duas regiões de interação mais intensa, chamadas polos magnéticos. Um ímã suspenso livremente tende a orientar-se aproximadamente na direção norte–sul geográfica.
Polos magnéticos
Todo ímã apresenta polo norte e polo sul.
Interações
Polos de mesmo nome se repelem; polos de nomes diferentes se atraem.
Inseparabilidade
Ao cortar um ímã, cada fragmento passa a constituir um novo ímã com polos norte e sul.
Interação entre polos
Altere a orientação, a separação e a intensidade relativa dos dois ímãs. Agora a própria representação do campo responde às mudanças de intensidade.
Campo magnético dos ímãs
Convencionalmente, fora do ímã, as linhas de indução saem do polo norte e chegam ao polo sul. Use o controle direcional para levar a bússola a diferentes regiões do campo.
Campo magnético uniforme
Em uma região idealizada de campo uniforme, o vetor B mantém direção, sentido e intensidade. Agora o ângulo da bússola pode ser alterado diretamente e comparado com sua orientação de equilíbrio.
Oersted: corrente elétrica produz campo magnético
O laboratório foi reconstruído como um circuito completo. Feche a chave: surge corrente, o amperímetro registra seu valor, a lâmpada acende e a bússola próxima ao condutor se desvia. Abra a chave e observe o retorno.
Campo de um fio retilíneo longo
Para um fio longo no vácuo, a intensidade do campo é diretamente proporcional à corrente e inversamente proporcional à distância ao fio.
Lei de Biot–Savart e caso do fio longo
O capítulo introduz a contribuição de elementos de corrente para o campo magnético. Para o fio retilíneo longo, o resultado usado no laboratório é:
μ0 = 4π × 10−7 T·m/A.
O sentido é obtido pela regra da mão direita: polegar no sentido da corrente; dedos curvos indicam o sentido das linhas de campo.
Campo magnético de uma espira circular
No centro de uma espira circular, o campo é perpendicular ao plano da espira. O sentido depende do sentido da corrente.
Desafios de aprendizagem
Teste os conceitos centrais trabalhados no capítulo.